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Postado em: 16/01/2019 | Por: Equipe Do site ALERTA: Casos registrados de malária em Rondônia ainda assustam

Porto Velho registrou o aumento de 21% nos casos de malária, entre 2017 e 2018. Os dados preliminares foram divulgados pelo Ministério da Saúde e atualizados, no dia 8 deste mês. De janeiro a dezembro, de 2017, Porto Velho registrou 2.704 casos autóctones de malária (quando a transmissão ocorre no local), sem que a pessoa tenha se deslocado para outras regiões. E no mesmo período de 2018, foram registrados 3.278 casos.

 

De acordo com o boletim emitido, as áreas especiais que concentram a maior incidência de casos notificados são os assentamentos, com aumento de 64%, áreas indígenas também com aumento de 64%, garimpos com 40%, e áreas rurais que registraram um crescimento de 11% nos índices de notificação.

 

O que gera preocupação são as áreas urbanas, próximo das matas ciliares nas margens do Rio Maderia e igarapés da região da capital, onde casos tem sido também registrados.

 

 

 

MAIORES PERCENTUAIS EM RO

 

Ariquemes: 122%

Guajará-Mirim: 24%

Nova Mamoré: 78%.

Porto Velho: 30%

Vilhena: 124%.

 

Os dados são referentes ao período de janeiro e dezembro de 2017 e o mesmo período, em 2018. Os dados apontam também que em 2018, Porto Velho teve participação em 43% dos casos de malária, registrados em Rondônia, já o município de Candeias do Jamari, 22%.

 

Os meses que registram históricamente a maior quantidade de casos em Rondônia, são: agosto, setembro e outubro. Em setembro de 2017, foram registrados 798 casos autóctones e no mesmo mês em 2018, 991 casos, quase 200 a mais o que faz acende a luz amarela das autoridades da saúde quanto ao combate ao mosquito transmissor e prevenção.

 

OUTROS DADOS

Mas os dados do Ministério da Saúde também mostram que houve redução nos índices de malária, em algumas localidades. Entre os municípios rondonienses, destacam-se as cidades de Machadinho do Oeste, Cujubim e Alto Paraíso. Só em Machadinho, a redução foi de 52%. Em 2017, o município teve 702 casos autóctones, contra 335 registrados em 2018.

 

 

 

 

 

MALARIA2 malaria

 

 

 

 

 

Fonte: rondoniaovivo   /  www.rofronteiras.com.br

 

 

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